E naquele encontro que tivemos como se fossemos além de uma família, amigas, começou:
- Descobri por própria experiência que o que a gente joga no universo vinga. Seja bom, seja ruim.
- Pois é! Ele vivia pedindo pra roubarem seu carro pra que o seguro pagasse mais... e foi o que aconteceu. Sem pensar em consequências disso.
E a outra complementou:
- O que a gente deseja a gente sempre pede, mas nem sabe o que vai ter que passar pra ter isso...
E eu interrompi:
- Mesmo o que tudo isso vai acarretar, o que causará depois.
- Ou se é isso mesmo que a gente quer; pode ser puro egoísmo.
- E eu fico pedindo ele, ele, ele...
- Pode acontecer. Mas hoje queremos, amanhã talvez não mais e nos perguntamos 'Por que fiz isso?'.
- E eu não sei se mereço ele, ou se ele me merece, se nem é pra gente ficar junto ou se é simplesmente uma coisa que quero e só quero e só.
- Mas vai parar de lutar?
- Não sei. Há de se pensar se isso vale a pena...
- ... se a alma não é pequena!
Risos se espalharam.
- A vida não tem fórmula. Se tivesse ia ser muito cara e certamente não teria tanta graça.
- Nunca sei se sigo minha intuição, mas tento ouvir a voz do coração. To be or not to be? Eis!
E então aparece naquela página: "O espírito tem um bom resultado para qualquer situação, se você se abrir pra ele."
quinta-feira, outubro 04, 2007
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